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MOSQUITO TRANSMISSOR DA DENGUE

LIRAa Aracaju: saiba como está o índice de infestação pelo Aedes aegypti

A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal da Saúde.

Por g1 SE

15/01/2026 13h05  Atualizado há 15 horas

  • O estudo foi realizado entre os dias 5 e 9 de janeiro e serve como ferramenta estratégica para mapear a presença do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
  • O resultado representa uma redução de 10% no índice de infestação em comparação a novembro de 2025.
Aedes aegypti, transmissor da dengue. — Foto: MS/Divulgação/Arquivo

Aedes aegypti, transmissor da dengue. — Foto: MS/Divulgação/Arquivo

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) informou, nesta quinta-feira (15), os dados do Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa).

Segundo o levantamento, dos 48 bairros da capital, 23 apresentaram risco médio de infestação pelo mosquito Aedes aegypti. Entre eles, estão Japãozinho (3,2%), Jardins (2,5%), Luzia (2,4%) e Soledade (2,2%).

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O relatório apontou ainda que 25 bairros foram classificados como de baixo risco e nenhum está em situação de alto risco.

ATUALIZAÇÃO: inicialmente, a SMS havia informado que era 25 em médio e 23 em baixo risco. A informação foi atualizada às 16h04.

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O estudo foi realizado entre os dias 5 e 9 de janeiro e serve como ferramenta estratégica para mapear a presença do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, orientando as ações de combate ao vetor no município.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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O resultado representa uma redução de 10% no índice de infestação em comparação a novembro de 2025.

Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde, Duanne Marcele, o índice é relevante por ter sido registrado em um período de chuvas e altas temperaturas, condições que favorecem a proliferação do mosquito.

Orientações para evitar criadouros

  • Eliminar água parada
  • Manter reservatórios bem vedados
  • Descartar corretamente o lixo
  • Limpar calhas e ralos com frequência e cuidar de quintais e áreas externas
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Também é fundamental que os moradores recebam os agentes de saúde, para identificar e eliminar focos que muitas vezes não são percebidos pelos moradores.

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