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Hospitais Municipais realizaram mais de 293 mil atendimentos em 2015


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clique para ampliarLuciano Paz visitando o Nestor Piva.

O atendimento nos Hospitais Municipais de Fernando Franco (Zona Sul) e Nestor Piva (Zona Norte) teve um aumento de cerca de 27% em 2015, em relação ao ano anterior. De acordo com o levantamento feito pela Rede de Urgência e Emergência (Reue), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), foram realizados 293.984 atendimentos no ano passado, enquanto que em 2014 foram atendidas 229.994 pessoas. “Estamos trabalhando para agilizar o atendimento e qualificar também nossos profissionais. Isto, tanto dos Hospitais Municipais quanto das Unidades de Saúde da Família, pois o foco da Prefeitura de Aracaju é atender bem ao cidadão”, destacou Luciano Paz, secretário Municipal da Saúde.

Vários fatores contribuíram para isso, a exemplo do restabelecimento da escala médica, controle informatizado dos medicamentos, mudança no fluxo de atendimento e implantação do prontuário eletrônico. “Trabalhamos de portas abertas recebendo pequena e média complexidade e tivemos uma diferença pra mais de 63.990 atendimentos no ano passado e este índice se deve a confiança que os nossos Hospitais Municipais vêm conquistando ao longo dos meses. Tivemos uma alta procura em todos os serviços ofertados, aumentou o número de atendimentos clínicos, cirúrgicos, ortopédicos, odontológicos e pediátricos”, explicou a coordenadora da Rede de Urgência e Emergência, Roberta Lisboa.

Em números, o Hospital Municipal Nestor Piva (zona norte de Aracaju), que é referência ortopédica e também possui a única urgência odontológica do Estado, fechou 2014 com 138.674 pessoas atendidas. Já em 2015, este índice pontuou 176.452 casos, sendo destes 136.863 clínicos, 19.786 atendimentos cirúrgicos, 17.295 ortopédicos e 2.508 odontológicos. “Corrigimos as brechas que existiam, regularizamos os medicamentos, os plantões médicos e isso fez crescer ainda mais a confiança em nosso trabalho, tanto aqui no Nestor Piva quanto no Fernando Franco. Certamente em 2016 teremos mais ganhos com a informatização dos prontuários (que já vem acontecendo) e do sistema de classificação de risco, teremos maiores ganhos ao final deste novo ano”, disse a coordenadora geral do Nestor Piva, Ana Cristina Carvalho.

No Hospital Municipal Fernando Franco, que abriga a urgência pediátrica da Rede Municipal de Saúde de Aracaju, o número total de atendimentos de 2015 também superou o de 2014, porém, uma ressalva no índice de procedimentos cirúrgicos realizados chamou a atenção para a diferença. No total foram feitos 117.532 atendimentos no ano passado contra 91.320 de 2014. Os casos clínicos foram 81.203 no ano passado e 25.564 atendimentos pediátricos. Já os atendimentos cirúrgicos caíram de 12.529 no ano retrasado para 10.765 em 2015. “O abastecimento tanto na farmácia quanto no almoxarifado da Rede de Saúde Municipal refletem diretamente em melhorias para nossos pacientes, pois não falta medicamento. Estamos passando um período de calmaria devido a estabilização dos setores e isso nos tranquiliza. Nossa pediatria vem mostrando que nosso trabalho enquanto referência infantil está sendo bem feito, a população vem nos procurar por entender que aqui existe seriedade e dedicação”, enfatizou a coordenadora interina do Fernando Franco, Maria Joselita Sobral.

“Trabalhamos para agilizar o atendimento e qualificar os nossos profissionais, que garantem o acolhimento à população. Com a informatização, teremos todo o histórico do paciente em nossos registros e isso facilitará atendimentos e tratamentos”, disse o secretário Municipal de Saúde, Luciano Paz, que enfatizou ainda que a intenção é definir melhor o papel das USFs e dos Hospitais Municipais.

“O cidadão confunde Unidade de Saúde com Hospital Municipal e isso gera problemas no atendimento. As Unidades são para consultas de prevenção, para fazer check-up, ou quando está sentindo alguma dor que não seja nada grave, daí nossos médicos passarão exames e encaminharão para os especialistas. Já os Hospitais Municipais são para casos mais graves, acidentes, problemas urgentes. Temos que frisar isso sempre, para que a população saiba distinguir os serviços”, pontuou Luciano.


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