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Familiares e policiais participam de homenagem a Sargento Eliana, brutalmente assassinada por causa de um celular


Policiais e familiares participam de sessão plenária em homenagem a Eliana Costa

Antes de iniciar a Sessão Plenária da tarde de hoje, dia 4, o presidente em exercício da Assembleia Legislativa de Sergipe, Garibalde Mendonça, (PMDB) convocou  a todos  para  prestar momento de consternação em homenagem póstuma à sargento da Polícia Militar, Eliana Costa.

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Minuto de Silêncio: Amigos de Eliana Costa lamentam a perda da sargento. Foto: César de Oliveira

Na tarde de hoje, o plenário da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) esteve repleto de amigos da sargento, que teve  sonho de se tornar sub-tenente da Polícia Militar de Sergipe abruptamente interrompido pelo crime no final da tarde desta última quinta-feira, dia 31. Eliana Costa da Silva estava cedida à Casa Legislativa há 20 anos, onde fazia parte da  segurança do Poder Legislativo através da polícia Militar. Ao total, Eliana fazia parte da corporação da Polícia Militar há 25 anos.

A sargento Eliana Costa da Silva é natural de Pão de Açúcar, Alagoas. Nasceu no dia 27 de abril de 1972, mas desde criança residia na cidade de Poço Redondo. Casada com o advogado Geilson Rodrigues, deixa dois filhos crianças, com idades de 7 e 13 anos.

Emoção e dor

Cândida Rosa dos Santos, primeiro sargento da Polícia Militar, foi uma das entre muitas amigas que esteve presente na  homenagem prestada pela deputada Goretti Reis à sargento Eliane. Bastante emocionada, para Cândida,  a perda de sua parceira de turma de formação de 1993, representa muita dor.

“Eliana deixa saudade e sua morte nos traz muita indignação, mas a  justiça será feita. Éramos companheiras, ela se foi tão de repente que ainda é inacreditável. Estamos abaladas. Eliana galgava um sonho de promoção. Estávamos lutando para sermos promovidas a sub-tenentes, e esse sonho foi terrivelmente interrompido”, lamentou a primeira sargento.

Quem também falou do sonho de Eliana  foi a segundo sargento Gilvanice Ferreira de Andrade, que lembrou dos primeiros passos da turma, quando entraram na Polícia Militar,  ainda soldados. “Era um ser humano sem igual. Todo esse tempo não se viu de algum colega algum tipo de mal querer a Eliana. Ela sempre foi uma pessoa alegre e sorridente, e sempre nos dava uma palavra de conforto. Lembro que no hospital da polícia onde trabalho, nos encontramos, e lá falávamos desse sonho de sermos promovida a sub-tenente. Lamentável essa perda, nos traz muita tristeza”, desabafou a sargento.